sexta-feira, 30 de outubro de 2009

DELÍRIOS DE GOURMET

Olá pessoal, retirei este trecho no site da revista veja, e ele traz uma lista de alguns dos utensilios que todos os cozinheiros sonham em ter.

Equipamentos de sonho dos fanáticos por cozinha:
  • Fogão com seis queimadores, timer e tripla chama –10 000 reais
  • Coifa italiana, com detector de fumaça e regulagem de altura automática – 8 000 reais
  • Cooktop vitrocerâmico – 2 000 reais
  • Geladeira modelo side-by-side que faz gelo e água gelada – 11 500 reais
  • Kit com cinco facas alemãs – 1 500 reais
  • Cave para 110 garrafas de vinho, sem trepidação nem ruído – 6 500 reais
  • Forno elétrico com timer e termostato – 5 000 reais
  • Batedeira americana – 900 reais
  • Liquidificador americano – 400 reais
  • Panelas francesas de cerâmica – 300 reais cada uma
  • Lava-louças de inox com programa especial para remoção de molhos – 2 500 reais

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Delicioso Pretinho Básico

Mas não tão básico assim! É preciso um bom grão, uma boa torra e um preparo cuidadoso para se obter um café cremoso, saboroso e, hummm , delicioso!
Neste friozinho, que apareceu repentinamente, atrasado, sem avisar nem pedir licença! Um cafezinho é mais que uma boa pedida, é um agrado à alma.
Aquela fumacinha subindo, aquele cheirinho invadindo seu espírito e, por fim, aquele gole quente e desejado, aliviando o frio e as tensões, acordando a mente e ativando seu corpo para enfrentar mais um dia com a mesma tranqüilidade e certeza de que um próximo cafezinho haverá em algumas horas.
Há aqueles que apreciam o café somente após o almoço, deixando, assim, durante a tarde, uma grata lembrança da sobremesa. Já outros acreditam que o café é o melhor modo de encerrar um jantar; e não podemos deixar de mencionar os realmente viciados em café, os que não conseguem passar muito tempo sem que esta bebida escura e forte desça por sua garganta, trazendo ao rosto do degustador uma expressão alegre e prazerosa!
Antes de sorver os goles de seu café é interessante limpar as papilas gustativas tomando um pouco de água. Seu paladar ficará mais apurado, acentuando a percepção dos sabores oferecidos pelo café.
Segundo o “Café Colonial” e ABIC, Associação Brasileira da Indústria do Café, não há evidência real sobre a descoberta do café, mas há muitas lendas que relatam sua possível origem. Uma das mais aceitas e divulgadas é a do pastor Kaldi, que viveu na Absínia, hoje Etiópia, há cerca de mil anos. Ela conta que Kaldi, observando suas cabras, notou que elas ficavam alegres e saltitantes e que esta energia extra se evidenciava sempre que mastigavam os frutos de coloração amarelo-avermelhada dos arbustos existentes em alguns campos de pastoreio. O pastor notou ainda que com a ajuda delas o rebanho conseguia caminhar por vários quilômetros por subidas infindáveis.
Kaldi comentou sobre o comportamento dos animais a um monge da região, que decidiu experimentar o poder dos frutos. O monge começou a utilizar os frutos na forma de infusão, percebendo que a bebida o ajudava a resistir ao sono enquanto orava ou em suas longas horas de leitura do breviário. Esta descoberta se espalhou rapidamente entre os monastérios, criando uma demanda pela bebida. As evidências mostram que o café foi cultivado pela primeira vez em monastérios islâmicos no Yemen.
No Brasil o café foi chegar somente em 1727, na região norte, mais precisamente em Belém, trazido da Guiana Francesa para o Brasil pelo Sargento-Mor Francisco de Mello Palheta a pedido do governador do Maranhão e Grão Pará, que o enviara às Guianas com essa missão. Já naquela época o café possuía grande valor comercial.
Ao longo dos anos tanto a produção como o modo de utilização do café sofreram diversas variações. No final do século XVIII, François Antoine Descroisilles, um farmacêutico francês, inventou a cafeteira, que possuía dois recipientes separados e que permitia que um filtro ficasse entre a água e o café. E uma das revoluções mais atuais na forma de preparar esta bebida foi observada no final da segunda guerra mundial, quando Achille Gaggia, inventor italiano, criou a máquina de café expresso. A partir desta invenção o pretinho nunca mais foi o mesmo e atualmente, para abrilhantar ainda mais o ato de servir um café temos o “Barista” que é a nova sensação das cafeterias.
Personagem ainda pouco conhecido, ele ou ela, é a pessoa responsável pela preparação do expresso. Ele vai além de tirar um bom café, muitas vezes cria seu próprio blend (mistura de grãos) e decora as xícaras fazendo desenhos artísticos sobre a espuma com canela em pó ou calda de chocolate. É ele também quem faz a escolha e compra dos grãos, cuida e regula a máquina de expresso, conhece seu cliente e personaliza o café.
Vocês sabem o que é café Catarina? É o café coado e em seguida adoçado, aquele cafezinho que encontramos em todo canto, nos escritórios, consultórios, mercados, escolas, etc, etc... Café é assim mesmo, paixão nacional está em todos os lugares, sempre quentinho e pronto pra nos agradar.
Me lembro como se fosse hoje... sobre o fogão a lenha da minha oma, havia sempre um bule de café recém coado e doce, é claro. Hoje já prefiro sem açúcar, mas a lembrança ainda é muito doce!

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

CADA VESTUÁRIO EM SEU ESPAÇO!

Como foi o feriadão pessoal??? Eu estive na Ilha do Mel (Paraná) e por incrível que pareça tem internet por lá! Ajudem-me a combater a utilização do uniforme de cozinha fora da cozinha! Vamos formar um esquadrão protetor do uniforme de cozinheiro!

CADA VESTUÁRIO EM SEU ESPAÇO!
Eu não concordo! Acho desnecessário!
Estou falando de restaurantes que insistem em utilizar “nosso” uniforme de cozinheiro, de chef, no salão.
Garçom e garçonete têm que usar roupas adequadas e apropriadas ao ambiente de trabalho em que se localizam, neste caso, o salão! Não a cozinha!
Existem inúmeras opções. Os estilos podem variar a vontade entre modernos, clássicos, contemporâneos, arrojados, despojados, é só escolher.
Por favor, vamos respeitar os vestuários destas profissões que são afins, mas em espaços e características diferentes.
UNIFORME DE COZINHEIRO


UNIFORME DE SALÃO: outro modelo sem ser este nem parecido com este!

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Fim da Gourmet

Olá pessoal
É com pesar que trago uma parte da matéria escrita pelo ilustre Josimar Melo em seu Blog. Infelizmente a busca única pelo lucro nos leva à um capitalismo sem cultura!

Chocante: a Gourmet americana... acabou!

É chato falar de mortes, mas aqui vai mais uma: a revista Gourmet, publicada desde 1940 nos Estados Unidos, morreu! Foi fechada pela empresa que a editava. A mesma (Condé Nast) que publica muitas coisas boas, ou ao menos importantes (The New Yorker, Vanity Fair). E que, na mesma facada de corte de custos, vai fechar outros títulos certamente mais dispensáveis, como deixam claro seus títulos (Modern Bride, Elegant Bride e Cookie).

Quem diria. A empresa que publica a New Yorker não é esse poço de inteligência, muito menos de ousadia, que se poderia supor -- apenas uma penca de mulas gananciosas que acreditam no primeiro banco que lhes promete mais lucro (no caso, uma consultoria dessas que só lê planilha, não tem alma, coração, nem inteligência, são apenas as velhas máquinas calculadoras, neste caso, a McKinsey & Company). Um patrimônio como a Gourmet -- se é verdade que enfrentava problemas financeiros apesar das milhões de páginas de anúncio -- merecia um plano específico de salvamento, não um funeral. As revistas de casamento, pode ser -- casamentos também acabam rapidinho. Mas uma boa refeição não acaba nunca, apenas se interrompe para o preparo da próxima, necessária, inevitável.

Se quiser ler algumas das reportagens memoráveis da Gourmet magazine, há uma edição em português: "Banquetes Intermináveis".

A Editora da revista era Ruth Reichl, que foi crítica gastronômica do Los Angeles Times e do New York Times antes de assumir a Gourmet. Considero ela uma ótima escritora, como atestam seus livros: Como Alho e Safiras e Conforte-se com Maças.

Nomes estranhos de restaurantes

Este é um espaço reservado para quem quiser contribuir com o nome e a foto do letreiro do estabelecimento que tenha nome estranho, esdrúxulo ou que não tenha nada a ver com gastronomia.

Dê sua contribuição me enviando um e-mail!
michellekormann@hotmail.com