Mas não tão básico assim! É preciso um bom grão, uma boa torra e um preparo cuidadoso para se obter um café cremoso, saboroso e, hummm , delicioso! 
Neste friozinho, que apareceu repentinamente, atrasado, sem avisar nem pedir licença! Um cafezinho é mais que uma boa pedida, é um agrado à alma.
Aquela fumacinha subindo, aquele cheirinho invadindo seu espírito e, por fim, aquele gole quente e desejado, aliviando o frio e as tensões, acordando a mente e ativando seu corpo para enfrentar mais um dia com a mesma tranqüilidade e certeza de que um próximo cafezinho haverá em algumas horas.
Há aqueles que apreciam o café somente após o almoço, deixando, assim, durante a tarde, uma grata lembrança da sobremesa. Já outros acreditam que o café é o melhor modo de encerrar um jantar; e não podemos deixar de mencionar os realmente viciados em café, os que não conseguem passar muito tempo sem que esta bebida escura e forte desça por sua garganta, trazendo ao rosto do degustador uma expressão alegre e prazerosa!
Antes de sorver os goles de seu café é interessante limpar as papilas gustativas tomando um pouco de água. Seu paladar ficará mais apurado, acentuando a percepção dos sabores oferecidos pelo café.
Segundo o “Café Colonial” e ABIC, Associação Brasileira da Indústria do Café, não há evidência real sobre a descoberta do café, mas há muitas lendas que relatam sua possível origem. Uma das mais aceitas e divulgadas é a do pastor Kaldi, que viveu na Absínia, hoje Etiópia, há cerca de mil anos. Ela conta que Kaldi, observando suas cabras, notou que elas ficavam alegres e saltitantes e que esta energia extra se evidenciava sempre que mastigavam os frutos de coloração amarelo-avermelhada dos arbustos existentes em alguns campos de pastoreio. O pastor notou ainda que com a ajuda delas o rebanho conseguia caminhar por vários quilômetros por subidas infindáveis.
Kaldi comentou sobre o comportamento dos animais a um monge da região, que decidiu experimentar o poder dos frutos. O monge começou a utilizar os frutos na forma de infusão, percebendo que a bebida o ajudava a resistir ao sono enquanto orava ou em suas longas horas de leitura do breviário. Esta descoberta se espalhou rapidamente entre os monastérios, criando uma demanda pela bebida. As evidências mostram que o café foi cultivado pela primeira vez em monastérios islâmicos no Yemen.
No Brasil o café foi chegar somente em 1727, na região norte, mais precisamente em Belém, trazido da Guiana Francesa para o Brasil pelo Sargento-Mor Francisco de Mello Palheta a pedido do governador do Maranhão e Grão Pará, que o enviara às Guianas com essa missão. Já naquela época
o café possuía grande valor comercial.
Ao longo dos anos tanto a produção como o modo de utilização do café sofreram diversas variações. No final do século XVIII, François Antoine Descroisilles, um farmacêutico francês, inventou a cafeteira, que possuía dois recipientes separados e que permitia que um filtro ficasse entre a água e o café. E uma das revoluções mais atuais na forma de preparar esta bebida foi observada no final da segunda guerra mundial, quando Achille Gaggia, inventor italiano, criou a máquina de café expresso. A partir desta invenção o pretinho nunca mais foi o mesmo e atualmente, para abrilhantar ainda mais o ato de servir um café temos o “Barista” que é a nova sensação das cafeterias.
Personagem ainda pouco conhecido, ele ou ela, é a pessoa responsável pela preparação do expresso. Ele vai além de tirar um bom café, muitas vezes cria seu próprio blend (mistura de grãos) e decora as xícaras fazendo desenhos artísticos sobre a espuma com canela em pó ou calda de chocolate. É ele também quem faz a escolha e compra dos grãos, cuida e regula a máquina de expresso, conhece seu cliente e personaliza o café.
Vocês sabem o que é café Catarina? É o café coado e em seguida adoçado, aquele cafezinho que encontramos em todo canto, nos escritórios, consultórios, mercados, escolas, etc, etc... Café é assim mesmo, paixão nacional está em todos os lugares, sempre quentinho e pronto pra nos agradar.
Me lembro como se fosse hoje... sobre o fogão a lenha da minha oma, havia sempre um bule de café recém coado e doce, é claro. Hoje já prefiro sem açúcar, mas a lembrança ainda é muito doce!

Neste friozinho, que apareceu repentinamente, atrasado, sem avisar nem pedir licença! Um cafezinho é mais que uma boa pedida, é um agrado à alma.
Aquela fumacinha subindo, aquele cheirinho invadindo seu espírito e, por fim, aquele gole quente e desejado, aliviando o frio e as tensões, acordando a mente e ativando seu corpo para enfrentar mais um dia com a mesma tranqüilidade e certeza de que um próximo cafezinho haverá em algumas horas.
Há aqueles que apreciam o café somente após o almoço, deixando, assim, durante a tarde, uma grata lembrança da sobremesa. Já outros acreditam que o café é o melhor modo de encerrar um jantar; e não podemos deixar de mencionar os realmente viciados em café, os que não conseguem passar muito tempo sem que esta bebida escura e forte desça por sua garganta, trazendo ao rosto do degustador uma expressão alegre e prazerosa!
Antes de sorver os goles de seu café é interessante limpar as papilas gustativas tomando um pouco de água. Seu paladar ficará mais apurado, acentuando a percepção dos sabores oferecidos pelo café.
Segundo o “Café Colonial” e ABIC, Associação Brasileira da Indústria do Café, não há evidência real sobre a descoberta do café, mas há muitas lendas que relatam sua possível origem. Uma das mais aceitas e divulgadas é a do pastor Kaldi, que viveu na Absínia, hoje Etiópia, há cerca de mil anos. Ela conta que Kaldi, observando suas cabras, notou que elas ficavam alegres e saltitantes e que esta energia extra se evidenciava sempre que mastigavam os frutos de coloração amarelo-avermelhada dos arbustos existentes em alguns campos de pastoreio. O pastor notou ainda que com a ajuda delas o rebanho conseguia caminhar por vários quilômetros por subidas infindáveis.
Kaldi comentou sobre o comportamento dos animais a um monge da região, que decidiu experimentar o poder dos frutos. O monge começou a utilizar os frutos na forma de infusão, percebendo que a bebida o ajudava a resistir ao sono enquanto orava ou em suas longas horas de leitura do breviário. Esta descoberta se espalhou rapidamente entre os monastérios, criando uma demanda pela bebida. As evidências mostram que o café foi cultivado pela primeira vez em monastérios islâmicos no Yemen.
No Brasil o café foi chegar somente em 1727, na região norte, mais precisamente em Belém, trazido da Guiana Francesa para o Brasil pelo Sargento-Mor Francisco de Mello Palheta a pedido do governador do Maranhão e Grão Pará, que o enviara às Guianas com essa missão. Já naquela época
o café possuía grande valor comercial.Ao longo dos anos tanto a produção como o modo de utilização do café sofreram diversas variações. No final do século XVIII, François Antoine Descroisilles, um farmacêutico francês, inventou a cafeteira, que possuía dois recipientes separados e que permitia que um filtro ficasse entre a água e o café. E uma das revoluções mais atuais na forma de preparar esta bebida foi observada no final da segunda guerra mundial, quando Achille Gaggia, inventor italiano, criou a máquina de café expresso. A partir desta invenção o pretinho nunca mais foi o mesmo e atualmente, para abrilhantar ainda mais o ato de servir um café temos o “Barista” que é a nova sensação das cafeterias.
Personagem ainda pouco conhecido, ele ou ela, é a pessoa responsável pela preparação do expresso. Ele vai além de tirar um bom café, muitas vezes cria seu próprio blend (mistura de grãos) e decora as xícaras fazendo desenhos artísticos sobre a espuma com canela em pó ou calda de chocolate. É ele também quem faz a escolha e compra dos grãos, cuida e regula a máquina de expresso, conhece seu cliente e personaliza o café.
Vocês sabem o que é café Catarina? É o café coado e em seguida adoçado, aquele cafezinho que encontramos em todo canto, nos escritórios, consultórios, mercados, escolas, etc, etc... Café é assim mesmo, paixão nacional está em todos os lugares, sempre quentinho e pronto pra nos agradar.
Me lembro como se fosse hoje... sobre o fogão a lenha da minha oma, havia sempre um bule de café recém coado e doce, é claro. Hoje já prefiro sem açúcar, mas a lembrança ainda é muito doce!

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