sexta-feira, 31 de julho de 2009

Sanduíche quente e crocante de Tainha e pimenta rosa

FICHA TÉCNICA
Professora: Esp. Michelle Kormann da Silva
Categoria: Sanduíche, Entrada, Lanche
Porção: 1 unidade

Sanduíche quente e crocante de Tainha e pimenta rosa

INGREDIENTES
01unidade de pão baquete de gergilim
0,050 litros de azeite de pimenta rosa (aroeira)
0,100 quilos de tainha assada, sem pele e sem espinhas
02 unidades de tomate seco
01 fatia de queijo prato ou colonial de boa qualidade
02 ramos de agrião
01 litro de azeite de oliva extra virgem, de boa qualidade, acidez máxima 0,5%
0,100 quilos de pimenta rosa (aroeira)
PREPARAÇÃO PASSO A PASSO

1. Para o azeite de pimenta rosa, aqueça em fogo bem baixo uma panela com o azeite, não deve ultrapassar a temperatura de 65°C.
2. Deixe descansar e por fim macere suavemente a pimenta, coloque novamente no frasco do azeite e guarde sob refrigeração.
3. Corte o pão no sentido longitudinal.
4. Espalhe o azeite de pimenta nos dois lados.
5. Sobre um lado espalhe a tainha em pedaços pequenos ou desfiada.
6. Corte o tomate seco em tirinhas e coloque sobre o peixe.
7. Cobra com o queijo e leve o sanduíche aberto ao forno, em uma assadeira.
8. Higienize o agrião e coloque no meio do sanduíche, assim que ele sair do forno.
9. Feche, corte em diagonal e sirva com pimentas rosa in natura como decoração.
Galeria de fotos:


domingo, 26 de julho de 2009

Inamo

Inamo é um restaurante inglês muito criativo, que oferece, além de saborosas refeições, tecnologia de ponta aos seus clientes.
Vale a pena conferir o site:

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Fim de semana para comer bem?

Fim de semana no hotel fazenda! Programa cada vez mais constante no cotidiano de muitas famílias. Sombra e água fresca! Dias repletos de atividades que o sujeito não faria na cidade. Uma vez hóspede, nos inflamos com uma pré-disposição a pagar mico, usa roupas frouxas, aquele tênis mais velho, pra não ter pena de meter o pé no barro, as crianças ficam soltas ao vento, e todos trazem no semblante a expectativa de muita diversão.

Dentro das expectativas de diversão, que acredito estarem listadas em ordem de prioridade, conforme o gosto de cada pessoa, tenho certeza que encontraremos: a comida, que no meu caso vem em primeiríssimo lugar e ainda toma uma certa distância até chegar no segundo, a qualidade do colchão, do chuveiro, do silêncio, da piscina térmica, da quantidade de mosquitos, do atendimento, da qualidade dos atrativos ofertados nos bem produzidos sites, que como o papel, aceitam tudo, e assim por diante.

Nas próximas linhas vou me ater ao mais importante item da minha lista de anseios, a comida! É a comida que me seduz e me conquista, é a comida que provoca em mim uma cobiça de informações sobre ingredientes, preparos, receitas e que me induz a freqüentar os mais diversos recintos em busca de novos dados e sensações.

Não sou freqüentadora assídua deste tipo de oferta do ramo turístico, mas gosto muito de estar próxima da natureza, do silêncio que geralmente encontramos nestes espaços e dos Buffet dos restaurantes desses hotéis. Este hotel fazenda localiza-se no Vale do Itapocu, norte do estado de Santa Catarina. Gostaria de fazer uma reflexão com vocês. Por favor, pensem e respondam:

− O que vocês acreditam que vão encontrar como refeição em um hotel fazenda?

Espero que sua resposta seja parecida com a minha:

− Comida caseira, Comida regional, Comida do lugar! Certo? Saborosa, fresca, bem preparada e com aquele tempero especial característico da região em que se encontra.

Imagine então o tamanho da minha frustração. Pois não foi exatamente este tipo de comida que encontramos. Na verdade não foi nada disso, a comida era bastante industrializada e com sabor pasteurizado.

O bufê não contava com o auxílio dos outros atrativos do restaurante, o atendimento era trivial e comum, os móveis e louças não se destacavam nem faziam a diferença. Já o som chamou a atenção, mas não positivamente... Que tal fazer quatro refeições consecutivas ao som do mesmo repertório de meia dúzia de músicas da mesma cantora? Saímos afinados na letra das músicas e também com os ouvidos entediados...

Voltemos à comida, que tal ter como oferta o macarrão tipo penne em quatro refeições sucessivas? Saímos com pena de nós mesmos! O hotel oferecia café da manhã, almoço e jantar, e mesmo que o cidadão faça todas as atividades propostas pela recreação ou pelo site, não vai sentir demasiada fome que venha à desejar, no verão, comida pesada e levemente gordurosa nas 3 refeições diárias.

Não tínhamos escolha, além das refeições já estarem inclusas no valor das diárias o restaurante mais próximo ficava a uns 20 km dali e o caminho era estrada de chão. O grande lance era a expectativa do bufê seguinte, eu ficava torcendo pra que trocasse de cozinheira ou cozinheiro, para que alguém muito importante chegasse ao hotel e então eles resolvessem caprichar bastante nas preparações. Para mudar de gerente e então aquele mal humorado senhor pudesse ir pra casa descansar e ser substituído por um fabuloso chefe de A&B íntimo da boa mesa.

Mas nada disso aconteceu, os dias se passaram e a comida não mudou! Que indulgência! Com uma grande sensação de misericórdia por todos os hóspedes daquele fim de semana, fiquei tentada em me enfurnar na cozinha e auxiliar as preparações, mas fiquei com receio de ser rejeitada e depois julgada, então me deixei envolver pelo meio ambiente natural e rural que o local oferecia com grande apreço.

Quando chegou a hora de ir embora passamos um bom tempo na recepção fazendo check-out e ali pude proporcionar um belo jantar aos maruís que ali picavam. Penso que eles são os mais felizes em relação a refeições!

Nomes estranhos de restaurantes

Este é um espaço reservado para quem quiser contribuir com o nome e a foto do letreiro do estabelecimento que tenha nome estranho, esdrúxulo ou que não tenha nada a ver com gastronomia.

Dê sua contribuição me enviando um e-mail!
michellekormann@hotmail.com