terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Novos Grandes Chefs IV

Chef Victor Vasconcellos - Costela Laqueada com Polenta Cremosa e Agrião
O chef Victor Vasconcellos, de 28 anos, faz uma comida tão caprichada no Beco do Bartô – pequenino, porém aconchegante restaurante que fica no Paraíso – cujo conceito ele define bem. “Faço uma cozinha simples, mas bem executada. Trata-se de uma comida confortável, que dá vontade de comer de novo. É como se cozinhasse na minha própria casa”, diz ele. Um dos mestres de Victor foi nada menos do que Laurent Saudeau e foi com ele que o jovem chef aprimorou as técnicas francesas que utiliza na maioria dos seus pratos no Beco do Bartô, como esta maravilha de Costela Laqueada. “Com o Laurent, aprendi a valorizar os produtos, ter respeito pelos ingredientes e a executar as técnicas francesas tão importantes e que servem de base para qualquer culinária”, observa Victor. Ele completa: “O francês prioriza o rigor e o perfeccionismo em todas as etapas, da cocção à apresentação.” No Beco do Bartô, é possível ainda provar pratos com coelho e paleta de cordeiro, que Victor criou em homenagem ao chef, e um delicioso pato assado com molho de laranja, amêndoas e rúcula.


sábado, 28 de novembro de 2009

Novos Grandes Chefs III


Chef Eric Thomas - Filet Mignon com Morango
O estilo despojado, despretensioso e bem-humorado do chef Eric Thomas já é bastante conhecido pela fiel clientela do Tantra. Por isso, vamos aos detalhes. Eric começou a se interessar pela cozinha bem cedo e adora viajar pelo mundo. Com 18 anos foi para a Inglaterra e, pouco depois, formou-se em gastronomia nos Estados Unidos. Retornou então à Europa para trabalhar em restaurantes e como barman. Voltou ao Brasil e abriu um bar – que era para ser restaurante. E alguns anos depois, inaugurou o Tantra, sucesso em São Paulo há 11 anos. “O conceito é servir o melhor da culinária asiática, com produtos que surpreendam o cliente e receitas criativas. O bom chef é aquele que abre a geladeira e consegue criar pratos incríveis sem precisar seguir receita”, diz ele. Duas vezes por ano, Eric cai no mundo. Recentemente, esteve nas ilhas polinésias. Pesquisou receitas, conheceu produtos novos e, claro, pegou ondas. “Adoro surfar. Minhas viagens têm dois objetivos: pegar onda e descobrir coisas novas para trazer ao Tantra”, diverte-se. Além do restaurante, Eric Thomas comanda ainda o Tantra Eventos.

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Novos Grandes Chefs II



Chef Dayse Paparoto - Bacalhau com Uva Passa, Manjericão, Pinholes, Raspas de Limão e Pão frito no Azeite


Sem influências gourmet na família, a jovem chef Dayse Paparoto surpreende pela delicada cozinha italiana que faz no Nico Pasta & Basta, no Ipiranga. Além do talento inato para comandar as panelas, Dayse conduz com profisisonalismo até as queimaduras que sofreu na difícil trajetória da carreira – apesar de ter apenas 24 anos. “Às vezes, as pessoas falam até que sou meio fria. Quando alguém se corta na cozinha e começa a chorar, eu já logo mando fazer um curativo e continuar trabalhando”, diz. Tal embasamento e profissionalismo Dayse absorveu de um dos chefs franceses mais respeitados que residem no Brasil: Laurent Suadeau, com quem trabalhou por mais de um ano. Mas a especialização italiana veio mesmo quando Dayse atuou, por mais de dois anos, com o chef Salvatori Loi. Trabalhando na cozinha do poderoso Hotel Fasano, ela conferiu de perto todos os setores de uma estrutura requintada e empolgante. No Nico Pasta & Basta, coloca seu estilo em prática. Faz uma cozinha com bases firmes italianas – massas delicadas, recheadas de forma criativa e sem grande afetação. Mescla “um ar moleque”, dando uma roupagem quase inédita a pratos que incluem ingredientes bem brasileiros, o que faz a gostosa brincadeira da gastronomia ser representada por uma seleção de pratos de gente séria, que surpreende pelo sabor intenso e pela delicadeza.

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Novos Grandes chefs

Olá pessoal, como vocês perceberam eu dei uma pausa nas minhas matérias, pois estou estudando muito para terminar minha pesquisa.
Hoje trouxe uma matéria bem legal, que eu peguei no site: go'where gastronomia (um site da terra sobre culinaria), e vai ser separado em cinco partes, a cada dois dias eu mando uma parte nova... Começando por hoje:



Novos Grandes chefs
Eles são talentosos, vibrantes e caminham a passos largos para se tornarem os principais nomes da cena gastronômica no Brasil. Conheça alguns dos mais promissores chefs da cidade e a cozinha criativa e impecável de cada um.



Chef Renata Vanzetto - Camarões Acebolados com Cubos de Banana passados no Coco com Molho Cremoso de Curry
A trajetória da jovem Renata Vanzetto é incrível. Com apenas oito anos aprendeu a cozinhar com a avó. O interesse por culinária já era tão forte que ela fazia sanduíches para vender na escola. “O colégio era meio natureba e as crianças queriam comer coisas diferentes. Daí eu fazia em casa e vendia”, conta. Com 13 anos, trabalhou no restaurante que a mãe abriu na própria casa, em Ilhabela – onde sempre morou. “Fazia as entradas e as sobremesas. Adorava aquela época”, ela diz. Como o restaurante fechou, Renata ficou fazendo eventos – confraternizações e aniversários – até que resolveu ir morar fora. Passou por Paris e Barcelona, estagiou em restaurantes e voltou ao Brasil. “Aí fui fazer duas faculdades simultâneas – confeitaria e eventos. Fiquei só quatro dias, me deu a louca e voltei para Ilhabela”, diverte-se. Foi quando a família resolveu abrir, há dois anos, outro restaurante por lá, o Marakuthai. “A casa é realmente um grande sucesso. Vive lotada e foi lá que comecei a colocar em prática toda esta ideia de fazer uma cozinha contemporânea, porém com fortes influências tailandesas, tanto nas técnicas de preparo quanto nos produtos”, observa. Com o sucesso do Marakuthai da Ilha, Renata Vanzetto e sua família trouxeram o restaurante a São Paulo. A casa, que só tem dois meses, já supera as expectativas e a chef, que agora tem (ainda) apenas 20 anos, comanda as caçarolas com experiência de um veterano. “A proposta do Marakuthai de São Paulo é a mesma. Mesmo nos pratos com influências francesas, italianas ou de outras partes do mundo, dou um toque asiático”, diz ela.

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Trufa Branca é leiloada por 100 mil euros

Uma trufa branca de 750 g foi vendida no domingo por 100 mil euros (cerca de US$ 148 mil) em um leilão no castelo de Grinzane Cavour, no norte da Itália. A trufa, a maior de um lote de 11 tubérculos, foi arrematada por um comprador de Hong Kong.
O valor total arrecadado pelas 11 trufas ficou em 250 mil euros (US$ 371 mil). O recorde de venda de trufas brancas foi batido há dois anos, quando uma trufa de um quilo e meio foi vendida por US$ 330 em um leilão na Toscana, norte da Itália.


Trecho e imagem retirados do terra.com

domingo, 8 de novembro de 2009

Aconteceu no Campus Florianópolis/Continente

Encontro Franco-Brasileiro de Gastronomia 27 à 29/10/2009
O evento faz parte das comemorações do ano da França no Brasil e firma o acordo de cooperação entre os dois países no domínio da educação profissional.
O Encontro Franco-Brasileiro de Gastronomia contará com a presença de professores da escola Francesa Lycée d'Hôtellerie ET de Tourisme Saint-Quentin en Yvelines.
O evento foi bastante proveitoso e interessante para a integração de nossas escolas.

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

DELÍRIOS DE GOURMET

Olá pessoal, retirei este trecho no site da revista veja, e ele traz uma lista de alguns dos utensilios que todos os cozinheiros sonham em ter.

Equipamentos de sonho dos fanáticos por cozinha:
  • Fogão com seis queimadores, timer e tripla chama –10 000 reais
  • Coifa italiana, com detector de fumaça e regulagem de altura automática – 8 000 reais
  • Cooktop vitrocerâmico – 2 000 reais
  • Geladeira modelo side-by-side que faz gelo e água gelada – 11 500 reais
  • Kit com cinco facas alemãs – 1 500 reais
  • Cave para 110 garrafas de vinho, sem trepidação nem ruído – 6 500 reais
  • Forno elétrico com timer e termostato – 5 000 reais
  • Batedeira americana – 900 reais
  • Liquidificador americano – 400 reais
  • Panelas francesas de cerâmica – 300 reais cada uma
  • Lava-louças de inox com programa especial para remoção de molhos – 2 500 reais

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Delicioso Pretinho Básico

Mas não tão básico assim! É preciso um bom grão, uma boa torra e um preparo cuidadoso para se obter um café cremoso, saboroso e, hummm , delicioso!
Neste friozinho, que apareceu repentinamente, atrasado, sem avisar nem pedir licença! Um cafezinho é mais que uma boa pedida, é um agrado à alma.
Aquela fumacinha subindo, aquele cheirinho invadindo seu espírito e, por fim, aquele gole quente e desejado, aliviando o frio e as tensões, acordando a mente e ativando seu corpo para enfrentar mais um dia com a mesma tranqüilidade e certeza de que um próximo cafezinho haverá em algumas horas.
Há aqueles que apreciam o café somente após o almoço, deixando, assim, durante a tarde, uma grata lembrança da sobremesa. Já outros acreditam que o café é o melhor modo de encerrar um jantar; e não podemos deixar de mencionar os realmente viciados em café, os que não conseguem passar muito tempo sem que esta bebida escura e forte desça por sua garganta, trazendo ao rosto do degustador uma expressão alegre e prazerosa!
Antes de sorver os goles de seu café é interessante limpar as papilas gustativas tomando um pouco de água. Seu paladar ficará mais apurado, acentuando a percepção dos sabores oferecidos pelo café.
Segundo o “Café Colonial” e ABIC, Associação Brasileira da Indústria do Café, não há evidência real sobre a descoberta do café, mas há muitas lendas que relatam sua possível origem. Uma das mais aceitas e divulgadas é a do pastor Kaldi, que viveu na Absínia, hoje Etiópia, há cerca de mil anos. Ela conta que Kaldi, observando suas cabras, notou que elas ficavam alegres e saltitantes e que esta energia extra se evidenciava sempre que mastigavam os frutos de coloração amarelo-avermelhada dos arbustos existentes em alguns campos de pastoreio. O pastor notou ainda que com a ajuda delas o rebanho conseguia caminhar por vários quilômetros por subidas infindáveis.
Kaldi comentou sobre o comportamento dos animais a um monge da região, que decidiu experimentar o poder dos frutos. O monge começou a utilizar os frutos na forma de infusão, percebendo que a bebida o ajudava a resistir ao sono enquanto orava ou em suas longas horas de leitura do breviário. Esta descoberta se espalhou rapidamente entre os monastérios, criando uma demanda pela bebida. As evidências mostram que o café foi cultivado pela primeira vez em monastérios islâmicos no Yemen.
No Brasil o café foi chegar somente em 1727, na região norte, mais precisamente em Belém, trazido da Guiana Francesa para o Brasil pelo Sargento-Mor Francisco de Mello Palheta a pedido do governador do Maranhão e Grão Pará, que o enviara às Guianas com essa missão. Já naquela época o café possuía grande valor comercial.
Ao longo dos anos tanto a produção como o modo de utilização do café sofreram diversas variações. No final do século XVIII, François Antoine Descroisilles, um farmacêutico francês, inventou a cafeteira, que possuía dois recipientes separados e que permitia que um filtro ficasse entre a água e o café. E uma das revoluções mais atuais na forma de preparar esta bebida foi observada no final da segunda guerra mundial, quando Achille Gaggia, inventor italiano, criou a máquina de café expresso. A partir desta invenção o pretinho nunca mais foi o mesmo e atualmente, para abrilhantar ainda mais o ato de servir um café temos o “Barista” que é a nova sensação das cafeterias.
Personagem ainda pouco conhecido, ele ou ela, é a pessoa responsável pela preparação do expresso. Ele vai além de tirar um bom café, muitas vezes cria seu próprio blend (mistura de grãos) e decora as xícaras fazendo desenhos artísticos sobre a espuma com canela em pó ou calda de chocolate. É ele também quem faz a escolha e compra dos grãos, cuida e regula a máquina de expresso, conhece seu cliente e personaliza o café.
Vocês sabem o que é café Catarina? É o café coado e em seguida adoçado, aquele cafezinho que encontramos em todo canto, nos escritórios, consultórios, mercados, escolas, etc, etc... Café é assim mesmo, paixão nacional está em todos os lugares, sempre quentinho e pronto pra nos agradar.
Me lembro como se fosse hoje... sobre o fogão a lenha da minha oma, havia sempre um bule de café recém coado e doce, é claro. Hoje já prefiro sem açúcar, mas a lembrança ainda é muito doce!

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

CADA VESTUÁRIO EM SEU ESPAÇO!

Como foi o feriadão pessoal??? Eu estive na Ilha do Mel (Paraná) e por incrível que pareça tem internet por lá! Ajudem-me a combater a utilização do uniforme de cozinha fora da cozinha! Vamos formar um esquadrão protetor do uniforme de cozinheiro!

CADA VESTUÁRIO EM SEU ESPAÇO!
Eu não concordo! Acho desnecessário!
Estou falando de restaurantes que insistem em utilizar “nosso” uniforme de cozinheiro, de chef, no salão.
Garçom e garçonete têm que usar roupas adequadas e apropriadas ao ambiente de trabalho em que se localizam, neste caso, o salão! Não a cozinha!
Existem inúmeras opções. Os estilos podem variar a vontade entre modernos, clássicos, contemporâneos, arrojados, despojados, é só escolher.
Por favor, vamos respeitar os vestuários destas profissões que são afins, mas em espaços e características diferentes.
UNIFORME DE COZINHEIRO


UNIFORME DE SALÃO: outro modelo sem ser este nem parecido com este!

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Fim da Gourmet

Olá pessoal
É com pesar que trago uma parte da matéria escrita pelo ilustre Josimar Melo em seu Blog. Infelizmente a busca única pelo lucro nos leva à um capitalismo sem cultura!

Chocante: a Gourmet americana... acabou!

É chato falar de mortes, mas aqui vai mais uma: a revista Gourmet, publicada desde 1940 nos Estados Unidos, morreu! Foi fechada pela empresa que a editava. A mesma (Condé Nast) que publica muitas coisas boas, ou ao menos importantes (The New Yorker, Vanity Fair). E que, na mesma facada de corte de custos, vai fechar outros títulos certamente mais dispensáveis, como deixam claro seus títulos (Modern Bride, Elegant Bride e Cookie).

Quem diria. A empresa que publica a New Yorker não é esse poço de inteligência, muito menos de ousadia, que se poderia supor -- apenas uma penca de mulas gananciosas que acreditam no primeiro banco que lhes promete mais lucro (no caso, uma consultoria dessas que só lê planilha, não tem alma, coração, nem inteligência, são apenas as velhas máquinas calculadoras, neste caso, a McKinsey & Company). Um patrimônio como a Gourmet -- se é verdade que enfrentava problemas financeiros apesar das milhões de páginas de anúncio -- merecia um plano específico de salvamento, não um funeral. As revistas de casamento, pode ser -- casamentos também acabam rapidinho. Mas uma boa refeição não acaba nunca, apenas se interrompe para o preparo da próxima, necessária, inevitável.

Se quiser ler algumas das reportagens memoráveis da Gourmet magazine, há uma edição em português: "Banquetes Intermináveis".

A Editora da revista era Ruth Reichl, que foi crítica gastronômica do Los Angeles Times e do New York Times antes de assumir a Gourmet. Considero ela uma ótima escritora, como atestam seus livros: Como Alho e Safiras e Conforte-se com Maças.

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Almoços e Jantares no Rio de Janeiro

Em postagem anterior falei sobre minha ida ao Rio de Janeiro no feriadão de 7 setembro e minha participação na Meia Maratona, além disso, como não poderia ser diferente, usei boa parte do meu tempo para conhecer e comer em restaurantes bacanas.
No primeiro dia, subimos com o tradicional bondinho que sai dos Arcos da Lapa, o morro de Santa Thereza, centro histórico e cultural da cidade de Rio de Janeiro. Chegando lá fomos ao restaurante Restô Térèze que pertence ao hotel Santa Thereza, instalado em um casarão histórico restaurado. Ali se localizava o tradicional Bar dos Descasados, muito freqüentado na época da primeira inauguração do hotel.
O restaurante é lindíssimo e tem uma vista de tirar o fôlego, o ambiente é muito envolvente, sofisticado e elegante. O cardápio intitula-se como cozinha do mundo, os pratos inspiram certa curiosidade sobre seu sabor, mas deixam um pouco a desejar quando chegam à mesa, tanto em apresentação quanto em alguns ingredientes utilizados na elaboração do prato. Mesmo assim, vale à pena visitar.



Outro restaurante muito legal que fui conhecer é o CT Brasserie, localizado no Fashion Mall em São Conrado, este restaurante é do renomado chef Claude Troisgros, que inaugurou não faz nem um ano. O espaço é inspirado nas tradicionais brasseries Parisienses, a decoração mescla clássico e moderno e ganha toques românticos com sofás de encosto alto e pequenos abajures com arandelas colocados nas paredes.
Quem toca mesmo é o filho dele, Thomas que estava lá e foi muito simpático, aliás, o atendimento é algo excepcional, faz tempo que não via um atendimento tão profissional. No comando da cozinha está o chef Diddier Labbé. A comida é ótima, farta e muito bem elaborada e ainda por cima chega à mesa rapidinho!
O local conta com uma vista linda para a Pedra da Gávea e esta vista não é exclusividade dos clientes não, os cozinheiros também podem apreciar o visual durante a “pauleira”. Com uma cozinha aberta proporciona um atrativo a mais para os clientes, gastrônomos e gourmands.
Mostro aqui umas fotos, mas para uma checada mais completa no cardápio, endereço, fotos e tudo mais, vcs podem conferir no site do restaurante http://www.ctbrasserie.com.br/



Pra quem gosta de uma boa carne, saborosa, suculenta, de excelente procedência eu indico uma visita ao OUTBACK Steakhouse, vale a pena conferir o site, http://www.outback.com.br/default.asp, mas cuidado, não faça isso com fome! Aquela cebola gigante da Austrália, empanada e frita, servida com um molhinho picante é muito boa, principalmente acompanhada de um chopp geladíssimo.
Chegamos lá e tinham 23 mesas na minha frente! Antes de chorar, desistir e ir pra casa com fome e muito braba, resolvi dividir com a hostess minha frustração, esclarecendo que eu era turista e havia viajado quilômetros especialmente para degustar as delícias deste local. Ela então, cúmplice de meu desapontamento ofereceu-me 3 lugares no bar. Eu adoro bar. E acompanhada à esta boa notícia veio outra, informando que poderíamos pedir qualquer prato no bar. Foi magnífico. Foi o arremate perfeito para um dia tão feliz. O dia em que realizei minha primeira MEIA MARATONA!


Fiquei hospedada na casa da minha prima querida Saskya, e para festejar nossa visita e a meia maratona fizemos uma jantinha. Preparei um Linguini com redução de limão siciliano, creme de leite fresco, Provolone e lâminas de Amêndoas tostadas. É uma delícia fazer uma produção rodeada de familiares queridos. Segue receita abaixo:

FICHA TÉCNICA
Professora: Esp. Michelle Kormann da Silva
Receita: Linguini com limão siciliano
QTD UNID INGREDIENTES
0,500 Kg Macarrão Linguini
0,450 Kg Limão siciliano
0,150 Kg Queijo provolone
0,150 Kg Nata
0,100 Kg Amêndoas em lâminas
0,050 Litros Azeite de oliva
2 Ramos Tomilho
QB Sal + pimenta

PREPARAÇÃO PASSO A PASSO
Cozinhar o linguine em água abundante com sal até a massa ficar al dente, escorrer e servir com molho;
Aromatize o óleo com o tomilho, reserve;
Rale o queijo no ralo grosso;
Doure as lâminas de amêndoas;
Faça zestes com a casca do limão;
Faça um suco com o limão, em uma panelinha reduza um pouco;
Misture o creme de leite fresco, o azeite com as folhinhas de tomilho, no suco reduzido;
Junte ao macarrão o molho, acerte o sal e pimenta e misture o queijo ralado, as amêndoas e as raspas de limão;

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Supertições à mesa

Olá pessoal, trouxe umas curiosidades para vocês verem:

SUPERTIÇÕES À MESA
· Vinho derramado é alegria. Sal derramado é mau agouro. Farinha no chão é sinal de fartura. Dinheiro em mesa de comida é sinal de miséria.
· Beber o que restou do copo de alguém é uma maneira de ficar sabendo seus segredos.
· Nunca se oferece nem o primeiro nem o último bocado.
· Só uma pessoa mexe a comida, senão ela fica sem gosto. Sempre mexer para o mesmo lado, senão desanda.
· Não se deixa a colher dentro da panela nem descansando na borda. Isso atrasa a comida.
· Não se passa o sal diretamente para a mão de quem pede. Dá azar. Deve-se colocá-lo na mesa.
FONTE: http://correiogourmand.com.br

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Esotu de volta!

Oi pessoal, desculpa a demora!!!
Faz tempo que não posto nada! Mas não é falta de atenção com vocês não.
Como sabem sou professora e muitas vezes meu tempo fica completamente tomado com atividades no IFSC .


Além disso, sou corredora e tenho que treinar bastante. Neste último domingo, 06 de setembro participei da Meia Maratona Internacional do Rio de Janeiro (21km).
Claro que completei a prova toda! Sempre correndo, fiz a prova em 2h06m.

Foi maravilhoso, é uma emoção forte, boa, saudável, é lindo! Uma tribo de gente boa, companheira, alegre, galera do bem. Adoro participar de provas de grande porte. Estavam lá 18mil esportista e a organização é tamanha que deu tudo certo.

Corri a prova do início ao fim, cercada de atletas por todos os lados. É muita gente, um rio de pessoas inundando as avenidas da orla mais sofisticada do Brasil. O trajeto da prova começa na praia de São Conrado e vai até o aterro do Flamengo, é chão!

O visual é deslumbrante e só de olhar ao redor e se dar conta de que você está correndo na Cidade Maravilhosa, abençoada pelo Cristo Redentor, é um luxo.
Pessoal quem quiser dar uma olhada em mais fotos da corrida, do trajeto, do evento é só acessar o link ao lado: //yescom.webrun.com.br/fotos/commerceft/produto/listatempo/idEvento/476/numFotografado/4077/tb/7981/tl/7551

domingo, 16 de agosto de 2009

Blog do Josimar Melo

Pessoal, trago aqui pra vocês uma postagem do blog do Josimar Melo, apresentador do programa O Guia, que vai ao ar todo domingo às 20h no canal National Geographic. Vale muito a pena assistir é cheio de gastronomia!

BLOG:
Neste episódio, Dom Quixote foi nosso guia gourmet
Creio que o episódio deste último domingo de "O Guia" foi dos mais representativos da idéia que temos do programa: não se restringiu à gastronomia estrita, mas percorreu a cultura e história da região visitada; não se limitou ao documentário, pois usou também ferramentas de ficção (os delírios do Quixote -- eu -- batendo em moinhos, procurando Dulcinea etc.); não ficou apenas na alta gastronomia, abordado também a cozinha regional e familiar (no inesquecível banquete do restaurante El Toboso, na tortilla da mulher do motorista).
O episódio também mostrou -- ainda que por omissão -- o enorme desafio de colocar em 25 minutos tudo aquilo que recolhemos em dias de viagem, e dez horas de material gravado. Neste caso, ficou fora do ar nossa visita à cidade mais linda de La Mancha, Toledo, onde mostrávamos segredos do seu mais famoso produto gastronômico, o marzipã, preparado ainda hoje por freiras enclausuradas.

(Foto Renata Grynszpan/Divulgação)
O chef Pepe Rodriguez (dir.) na cozinha do estrelado El Bohio, de cozinha manchega moderna

Por ser tão representativo da nossa idéia do programa, acho também que o episódio de La Mancha deve ter dividido águas bem claramente. Quem não está gostando deste nosso formato (e há muita gente que não gosta do programa, claro), deve ter odiado do fundo da alma o episódio -- "o que este palhaço está fazendo aí fantasiado, atirando pedras em moinhos de vento, montando em burrico sem rédea??? E bebendo feito um louco, e ainda se atrevendo a falar mal de um prato de um restaurante com estrelas Michelin??".
Pois é, como diria Cervantes: "O personagem mais difícil na comédia é o do tolo, não é um papel para qualquer um". No caso, o papel está sendo meu... Como será que me sairei desta empreitada?


RESTAURANTE EL TOBOSO - Ctra. Quintanar de la Orden, km 7.800, El Toboso (Espanha), tel. +34 925 197238
RESTAURANTE EL BOHIO (chefPepe Rodriguez) - Av. Castilla la Mancha, 81, Illescas (Espanha), tel.+34 925 511126.
FONTE: josimarmelo.uol.blog.com.br

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Ouro Preto – Cadê sua comida Típica?

Tive a oportunidade de voltar à Ouro Preto/MG após um longo tempo. Estive lá com minha família, quando ainda era uma adolescente, com 12 anos de idade e na minha memória o que ficou gravado com maior intensidade foram as igrejas e as “ladeiras”!

Desta vez fui acompanhada de um pequeno grupo de colegas de trabalho, professoras do IFSC, cujo intuito da viagem foi trabalhar no IFMG Campus Ouro Preto que está se organizando para oferecer cursos na área de Gastronomia. Nesta visita contemplei a cidade com um olhar bem mais maduro, apreciei a história e quis também degustar o maior número de pratos típicos possíveis.

Segundo informações obtidas no Site Oficial de Turismo de Ouro Preto http://www.ouropreto.org.br/port/historia.asp a cidade já foi chamada de Vila Rica, quando ali no século 18 eram exploradas minas de ouro, que fez com que a cidade se tornasse alvo de exploradores vindos de todos os lados principalmente os Bandeirantes e os Portugueses.

Por volta de 1728 a cidade abrigava 40mil pessoas, a maior aglomeração de toda a America Latina. No século seguinte, mas precisamente em 1823 Vila Rica virou Imperial Cidade de Ouro Preto e permaneceu como capital da Província de Minas Gerais até 1897, ano da inauguração de Belo Horizonte. Este nome foi dado porque o ouro ali encontrado vem encoberto por uma camada fina de óxido de ferro, cobrindo de preto o amarelo.

Por seu valor, Ouro Preto foi decretada Cidade Monumento Nacional em 1933. Os olhares e o reconhecimento do mundo viriam em 1980, quando a Unesco a declarou Patrimônio Cultural da Humanidade, desta forma mantêm intactas suas casas, prédios, ruas, pavimentação, praças e igrejas. É ponto turístico de Minas Gerais, assim como do Brasil. É importante lembrar que ali viveram grandes personagens brasileiros como Tiradentes e Aleijadinho.

No site você pode conferir a história completa.

É uma pena que a alimentação não acompanha a beleza nem a história da cidade. Muitos são os restaurantes, mas poucas são as ofertas de pratos típicos e quando são encontrados seu sabor e preparação deixam muito a desejar.

Já a cachaça de minas, deliciosa e saborosa está sempre presente e alegra bastante a espera dos pratos. Sendo ela branca ou amarela, geralmente é perfumada e macia, já sua degustação variada, é um obstáculo às ladeiras que nos aguardam do lado de fora.

A decoração dos restaurantes, na maioria das vezes, é condizente com o local e com a cidade, gerando certa confiança e expectativa em relação à comida a ser proporcionada. Ficávamos então animadas e esperançosas quanto ao prato, querendo encontrar no aroma o cheiro de uma época que já passou, querendo encontrar no sabor anos e anos de história e por fim encontrar uma degustação cheia de cultura.

A decepção se repetia a cada refeição e um sentimento de desilusão começou a tomar conta de nosso pequeno grupo de caçadoras de comidas típicas com alma. Por fim em nosso último almoço encontramos um local chamado Restaurante Casa dos Contos que oferecia um bufê que nos deu uma pequena dica de como poderia ser a comida típica de Ouro Preto e com esta pequena amostra nossa imaginação nos proporcionou bons momentos e por conseqüência boas lembranças.

Deixamos Ouro Preto com a perspectiva de que o futuro curso de Gastronomia à ser ofertado pelo atual IFMG, antigo CEFET possa auxiliar à reverter a situação, tentando sensibilizar os restaurantes da importância de produzir pratos típicos que respeitem seus ingredientes e modo de preparo conferindo à eles o sabor e respeito que merecem, assim como a conservação da cultura gastronômica.



Galeria de Fotos:













sexta-feira, 31 de julho de 2009

Sanduíche quente e crocante de Tainha e pimenta rosa

FICHA TÉCNICA
Professora: Esp. Michelle Kormann da Silva
Categoria: Sanduíche, Entrada, Lanche
Porção: 1 unidade

Sanduíche quente e crocante de Tainha e pimenta rosa

INGREDIENTES
01unidade de pão baquete de gergilim
0,050 litros de azeite de pimenta rosa (aroeira)
0,100 quilos de tainha assada, sem pele e sem espinhas
02 unidades de tomate seco
01 fatia de queijo prato ou colonial de boa qualidade
02 ramos de agrião
01 litro de azeite de oliva extra virgem, de boa qualidade, acidez máxima 0,5%
0,100 quilos de pimenta rosa (aroeira)
PREPARAÇÃO PASSO A PASSO

1. Para o azeite de pimenta rosa, aqueça em fogo bem baixo uma panela com o azeite, não deve ultrapassar a temperatura de 65°C.
2. Deixe descansar e por fim macere suavemente a pimenta, coloque novamente no frasco do azeite e guarde sob refrigeração.
3. Corte o pão no sentido longitudinal.
4. Espalhe o azeite de pimenta nos dois lados.
5. Sobre um lado espalhe a tainha em pedaços pequenos ou desfiada.
6. Corte o tomate seco em tirinhas e coloque sobre o peixe.
7. Cobra com o queijo e leve o sanduíche aberto ao forno, em uma assadeira.
8. Higienize o agrião e coloque no meio do sanduíche, assim que ele sair do forno.
9. Feche, corte em diagonal e sirva com pimentas rosa in natura como decoração.
Galeria de fotos:


Nomes estranhos de restaurantes

Este é um espaço reservado para quem quiser contribuir com o nome e a foto do letreiro do estabelecimento que tenha nome estranho, esdrúxulo ou que não tenha nada a ver com gastronomia.

Dê sua contribuição me enviando um e-mail!
michellekormann@hotmail.com