A pesca da tainha é uma tradição que ocorre entre maio e julho em quase todo litoral Catarinense, aproximadamente entre Barra Velha e Laguna. Nas praias são improvisados acampamentos para uma constante vigília do mar. Na areia são instaladas placas informando que é proibido o surfe, a natação, a pesca, esportes à vela ou motorizados e os mais antigos defendem que deveria ser proibido também passear pela areia mulher grávida, cachorro, além de fazer fogueira e barulho.
A pesca da tainha de forma artesanal é muito importante para os pescadores. Desta atividade provém o sustento de muitas famílias. A participação de toda comunidade é sempre bem vinda e importante na hora de puxar a rede. Ao final do “lanço” (lance) todo peixe é dividido. Cada um ganha seu “quinhão”, como é chamada a quantia de tainhas distribuídas. São vários os protagonistas desta pesca praticada com redes de cerco: O ajudante, O camarada, O remeiro, O vigia ou olheiro, O patrão e O dono do barco.
Na hora de comprar uma tainha é importante que seja verificado se a guelra está bem vermelha, os olhos, o mais translúcidos e brilhantes possíveis e as escamas firmes. Não esqueça de pedir a moela e o fígado, que bem fritos ficam uma delícia. Lembre-se que a ova da tainha tem cor alaranjada bem forte, cuide para não confundir com a ova do peixe Abrótea que é um tom bem mais claro.
A matéria de hoje teve a importante colaboração do Sr. Lazaro Bregue Daniel, pescador de Florianópolis e aluno do curso Técnico em Cozinha do IFSC (Instituto Federal de Educação Científica e Tecnológica de Santa Catarina).
Dicas:
· Fazer filé de tainha. Ao sair a pele, sai também a gordura que fica entre a carne e a pele, desta forma, o sabor da carne consegue se pronunciar e não o da gordura.
· Assar envolta em papel alumínio ou em forno combinado na função combinada, desta forma garante-se uma carne suculenta.
· Retirar toda a gordura que fica dentro da barriga atrás de uma fina membrana.
A pesca da tainha de forma artesanal é muito importante para os pescadores. Desta atividade provém o sustento de muitas famílias. A participação de toda comunidade é sempre bem vinda e importante na hora de puxar a rede. Ao final do “lanço” (lance) todo peixe é dividido. Cada um ganha seu “quinhão”, como é chamada a quantia de tainhas distribuídas. São vários os protagonistas desta pesca praticada com redes de cerco: O ajudante, O camarada, O remeiro, O vigia ou olheiro, O patrão e O dono do barco.
Na hora de comprar uma tainha é importante que seja verificado se a guelra está bem vermelha, os olhos, o mais translúcidos e brilhantes possíveis e as escamas firmes. Não esqueça de pedir a moela e o fígado, que bem fritos ficam uma delícia. Lembre-se que a ova da tainha tem cor alaranjada bem forte, cuide para não confundir com a ova do peixe Abrótea que é um tom bem mais claro.
A matéria de hoje teve a importante colaboração do Sr. Lazaro Bregue Daniel, pescador de Florianópolis e aluno do curso Técnico em Cozinha do IFSC (Instituto Federal de Educação Científica e Tecnológica de Santa Catarina).
Dicas:
· Fazer filé de tainha. Ao sair a pele, sai também a gordura que fica entre a carne e a pele, desta forma, o sabor da carne consegue se pronunciar e não o da gordura.
· Assar envolta em papel alumínio ou em forno combinado na função combinada, desta forma garante-se uma carne suculenta.
· Retirar toda a gordura que fica dentro da barriga atrás de uma fina membrana.

